Autogas e Clube Moza assinam acordo estratégico para expandir a rede de carros a gás no mercado moçambicano

Autogas e Clube Moza unem forças para massificar o uso do GNV e aliviar o bolso dos automobilistas perante a subida do preço dos combustíveis tradicionais

A Autogas e o Clube Moza formalizaram recentemente um Memorando de Entendimento que promete dar uma nova dinâmica ao sector dos transportes no país. A iniciativa é focada na promoção da conversão de viaturas e na massificação do uso do Gás Natural Veicular (GNV), surgindo como uma lufada de ar fresco para soluções energéticas mais sustentáveis e economicamente viáveis em Moçambique.

Esta parceria estratégica enquadra-se nos esforços nacionais para a expansão do mercado de GNV. O grande objectivo é reduzir a forte dependência dos combustíveis líquidos tradicionais (gasolina e gasóleo) e, ao mesmo tempo, aproveitar o imenso potencial do gás natural moçambicano como uma alternativa inteligente para a mobilidade.

Com a assinatura deste acordo, o Clube Moza passa a integrar a linha da frente das instituições que apoiam activamente a disseminação do GNV no seio empresarial e social. Na prática, a união foca-se em duas frentes vitais: a busca por maior eficiência energética, com a redução imediata da pegada de carbono, e a garantia de uma poupança real, trazendo um alívio significativo nos custos operacionais associados à circulação automóvel para empresas e particulares.

Durante o acto de assinatura, a liderança da Autogas destacou que esta cooperação será fundamental para ampliar a rede de postos de abastecimento pelo país e facilitar o processo de conversão técnica das viaturas. Estes são apontados como os dois principais desafios para acelerar a adopção do gás natural no mercado moçambicano.

A empresa defende convictamente que Moçambique dispõe de todas as condições para transformar o gás natural numa solução soberana contra as constantes oscilações do preço do petróleo internacional. O impacto positivo desta transição promete fazer-se sentir directamente no orçamento das empresas de logística e transportes, dos trabalhadores que dependem de viatura própria e dos consumidores em geral, através da estabilização de custos.

Este entendimento histórico entre as duas entidades surge num momento crucial, em que os debates sobre a transição energética, sustentabilidade e a urgência na redução de custos logísticos dominam a agenda do ambiente empresarial moçambicano.

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